SEMANA DE DETECÇÃO PRECOCE DA HANSENIASE NO CSF MARIA EGLANTINE
O diagnóstico precoce da
hanseníase e o reconhecimento imediato dos quadros reacionais garantem a
interrupção da cadeia de transmissão e é uma das prioridades para prevenção de
incapacidades físicas.
Segundo o Ministério da Saúde estas incapacidades e
deformidades podem acarretar alguns problemas, tais como diminuição da
capacidade de trabalho, limitação da vida social e problemas psicológicos. São
responsáveis, também, pelo estigma e preconceito contra a doença.
Torna-se
importante considerar o enorme potencial incapacitante que a hanseníase
trás consigo, contribuindo como co-fator para a manutenção dos estigmas
associados.
A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, pela bacteria eliminada por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.
Durante a semana de combate a hanseniase os profissionais do Centro de Saude Maria Eglantine montaram postos de orientação sobre hanseniase em pontos estrategicos do bairro buscando detectar casos novos no territorio, contando com equipe: Enf. Graça Lobo, Dr. Lucas (dentista) e ACS Rosângela e Leilene;os residentes:Bruna(farmacêutica), Júnior(fisioterapeuta), Glória(psicóloga), Bráulio(educador físico) e o tutor de territorio Valcides Pio.
A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, pela bacteria eliminada por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.
A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.
A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.
Farmaceutica Bruna Linhares e ACS Rosangel dando orientação sobre sinais e sintomas da hanseniase.


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